Trabalho de fortalecimento em fisioterapia esportiva na FocoFisio

Para quem leva o movimento a sério.

Quem treina não quer saber apenas quando a dor passa. Quer saber quando volta, com que carga e sem repetir o mesmo problema daqui a dois meses.

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O que a fisioterapia esportiva faz de diferente

A diferença não está na técnica, está no critério de alta. Um tratamento comum termina quando a dor sai. Aqui ele termina quando o corpo aguenta o que o seu esporte exige, que é sempre mais do que andar sem dor.

Isso muda a avaliação e muda o plano. Entram no cálculo o gesto do seu esporte, a carga semanal que você vinha fazendo, a fase da temporada e a data do próximo objetivo.

Queixas que mais aparecem

  • Entorse de tornozelo, e o tornozelo que "falha" mesmo depois que o inchaço passou.
  • Lesão de posterior de coxa, com medo de acelerar de novo.
  • Dor no joelho em quem agacha, salta ou corre.
  • Dor no ombro em quem treina com carga acima da cabeça, nada ou joga vôlei.
  • Dor lombar que aparece no levantamento terra ou no agachamento.
  • Dores de tendão que voltam sempre no mesmo ponto do treino.

Como o tratamento costuma ser construído

Primeiro reduzir o que está irritando o tecido, ajustando carga em vez de zerar o treino sempre que possível. Manter a pessoa se movendo, com o que ela tolera, costuma ser melhor do que parar tudo.

Depois recuperar amplitude, força e controle, na ordem que a avaliação apontar. Aqui entram exercício terapêutico e terapia manual, e recursos como a tecarterapia quando ajudam a tolerar melhor a sessão.

Por último, reexpor ao gesto do esporte de forma progressiva: primeiro o movimento controlado, depois com velocidade, depois com a imprevisibilidade que o jogo ou a prova têm de verdade.

O retorno é por critério, não por calendário

"Já posso voltar?" é a pergunta mais comum, e a resposta não é uma data. A decisão se apoia em como está a dor durante e depois do esforço, em quanto de força e de amplitude você recuperou em comparação com o lado saudável, e em como você se comporta nos testes que reproduzem a exigência do seu esporte.

Voltar sem esses critérios é o caminho mais curto para a segunda lesão no mesmo lugar.

Perguntas frequentes

Preciso de pedido médico para fazer fisioterapia?

Não é obrigatório. No Brasil, o fisioterapeuta pode avaliar e tratar sem encaminhamento. Se você já tem exames de imagem ou um relatório médico, leve: ajuda a compor o quadro, mas a conduta sai da avaliação presencial.

Vou precisar parar de treinar?

Nem sempre. Em boa parte dos casos é possível ajustar volume, intensidade ou o tipo de exercício e manter você treinando enquanto a capacidade é reconstruída. Quando a pausa é necessária, ela vem com um plano de retorno, e não com um prazo vago.

Quantas sessões vou precisar?

Esse número só faz sentido depois da avaliação. Ele depende da sua queixa, de há quanto tempo ela existe, da sua rotina de esforço e de como o seu corpo responde ao longo do caminho. Qualquer estimativa feita antes disso seria chute.

O que levar na primeira consulta?

Roupa confortável para se movimentar, o tênis que você usa para treinar, e exames ou relatórios que já tenha. Se você registra os treinos em algum aplicativo, vale abrir o histórico das últimas semanas: ele costuma explicar muita coisa.

Onde fica a FocoFisio?

Na Rua Áurea, 428, Jardim Áurea, em Mogi Mirim, SP. O agendamento da avaliação é feito pelo WhatsApp.

Qual é o movimento que você quer recuperar?

A avaliação é o ponto de partida. É dela que sai o plano, não do palpite.

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